sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz Livro Novo

Encerra-se mais um ano em sua vida...
Quando este ano começou, ele era todo seu.
Foi colocado em suas mãos...
Podia fazer dele o que quisesse...
Era como um Livro em Branco, e nele você podia ter
um poema, um pesadelo uma blasfêmia, uma oração.
Podia... 
Hoje não pode mais, já não é seu.
É um livro já escrito...
Concluído...
Como um livro que tivesse sido escrito por você, ele um dia lhe
será  lido, com todos os detalhes, e não poderá corrigi-lo.
Estará  fora de seu alcance.
Portanto... 
No término deste ano, reflita, tome seu velho livro 
e folheie com cuidado... 
Deixe passar cada uma das páginas pelas mãos e pela consciência;
Faça o exercício de ler a você mesmo.
Leia tudo... 
Aprecie aquelas páginas de sua vida em que usou 
seu melhor estilo.
Leia também as páginas que gostaria de nunca ter
escrito. 
Não... 
Não tentes arrancá-las.
Seria inútil... 
Já estão escritas.
Mas você pode lê-las enquanto escreve o novo livro que
será entregue.
Assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu, e
evitar repetir as ruins. 
Para escrever o seu novo livro, você contará novamente
com o instrumento do livre arbítrio, e terá, para
preencher, toda a imensa superfície do seu mundo.
Se tiver vontade de beijar seu velho livro, beije. 
Se tiver vontade de chorar, chore sobre ele e, a seguir,
coloque-o nas mãos do Criador.
Não importa como esteja...
Ainda que tenha páginas negras, entregue e diga
apenas duas palavras: Obrigado e Perdão!!!  

E, quando o novo ano chegar, lhe será entregue outro
livro, novo, limpo, branco, todo seu, no qual irá escrever
o que desejar... 


FELIZ LIVRO NOVO!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A Lição do Bambu Chinês


Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos - exceto o lento desabrochar de um diminuto broto, a partir do bulbo.

Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas... uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, ao final do quinto ano, o bambu chinês cresce até atingir altura de 25 metros.

Um escritor de nome Covey escreveu: Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento e, às vezes, não se vê nada por semanas, meses ou anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu quinto ano chegará e, com ele, virão um crescimento e mudanças que jamais esperava.

O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos... Apesar de toda a sua altura, o bambu chinês é capaz de curvar-se até o chão diante de um vendaval. No entanto, tão logo cesse o vento, ele se reergue e volta a ser majestoso como sempre.

Para efetivos resultados em nossas ações de cooperação, devemos sempre lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.

Em nosso trabalho, inevitavelmente estaremos diante de projetos que envolvem mudanças de comportamento, de pensamento e de cultura. Então, a exemplo do bambu chinês, tenha sempre dois hábitos: persistência e paciência, pois assim você alcançará tudo o que planeja!!!

Lembre-se que é preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.

Um forte abraço e um 2011 magnífico! Você merece e você conquistará!

Ednilson Rosas

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Quem quer faz. Quem não quer, arruma uma desculpa.

As organizações estão abarrotadas de pessoas que carregam consigo inúmeras respostas para explicar os motivos pelo qual deixaram de concluir determinadas atividades. É comum termos na ponta da língua um motivo chave que esclareça as dificuldades que nos levaram a não realizar aquela tarefa. Normalmente, o item mais comum da lista que contém milhares de desculpas possíveis é a falta de tempo. Concorda?

Se excluirmos os compromissos que estão totalmente fora de nosso controle ou atuação, os outros que não foram finalizados simplesmente deixarão de ser priorizados ou escolhidos por nós. Perceba os pretextos quando analisamos os motivos aos quais deixamos de cumprir determinada tarefa: você não leu aquele livro, porque teve preguiça. Não concluiu todas as atividades agendadas para o seu dia, porque priorizou outras tarefas não tão importante. Deixou de ir à algum lugar, porque estava sem motivação ou preferiu procrastinarVocê não termina uma tarefa, porque precisa revisar outras. E, com essas explicações para suas atividades não realizadas, a vida passa.

Assim, se a atividade a ser cumprida for solicitada por um companheiro de equipe, a chance de recusarmos a realização desta tarefa ou de deixarmos a responsabilidade ao cargo de outra pessoa, é ainda maior. Afinal, o companheiro pode se tornar um grande aliado que o homem inventou para minimizar os esforços na atividade organizacional.

Dessa forma, acredito que, para a maioria das pessoas, o problema para não cumprir seus afazeres não é a falta de tempo, mas a sobra de desculpas. Quando desejamos realizar uma tarefa de verdade, ou seja, quando a vontade ou a necessidade é maior do que tudo, tendemos a ir atrás e fazer o que for preciso para atingir o objetivo. É preciso entender que todo ser humano cria desculpas, vez ou outra, para as pessoas ao qual nos relacionamos, visando um "bem maior". Quem nunca faltou à aula para ver a namorada (o)?

Ensino as pessoas a administrarem seu tempo e pequenas e médias empresas a terem menos urgências e mais planejamentos. Mas isso não é uma tarefa fácil para a grande maioria.

Reeducar o planejamento, a maneira de priorizar as atividades, fazer com que essa pessoa agende seus afazeres e fique com a Agenda, Palm ou BlackBerry aberta o tempo todo para gerenciar o seu dia, isso requer dedicação e força de vontade. Parece simples, mas não é. As pessoas necessitam de um entendimento: não temos que vencer o "vilão" do tempo, mas temos que lutar contra a "zona de conforto", ao qual muitas vezes nos mantemos. É o modelo operante que existe em nós, criado através de nossos pensamentos e processados em nosso cérebro.

Esse padrão mental é o principal gerador da preguiça, nossas desculpas, a falta de tempo e não-realizações. Como vencê-lo? Primeiro, devemos nos conscientizar de que vivenciamos, há algumas décadas, um exemplo antigo pré-estabelecido, contra apenas alguns dias de um novo modelo. Isso requer duas coisas: a primeira é persistência constante, ou seja, todo o dia precisamos nos forçar a aplicar um pouco desse novo protótipo que desejamos implantar. Depois, será necessário encontrar um forte motivo que nos motive a manter esse ritmo.
Eu tenho o meu!

Por que você quer mais tempo? Quando essa pergunta estiver respondida de forma que realmente toque todas as partes do seu cérebro, da sua alma, do seu coração e do seu ser, pode ter certeza que você desvendou a maneira de vencer seu antigo modelo.

Quem quer realizar algo que realmente traga resultados a curto, médio e longo prazo, e descobrir um motivo para isso, pode ter a certeza que irá cumpri-lo. Caso contrário, você vai encontrar uma excelente desculpa para deixar a realização para depois.

Att,

Emerson SantosInovar, Investir, Desenvolver e Suster.